quarta-feira, 29 de agosto de 2012
O altar da minha memória é teu. E o que meu coração escolheu foi o saber da tua respiração, você vive em mim na parte mais bonita, e eu sei que a gente se misturou - plano sobre plano - meu olhar guarda teu olhar, meus passos têm o teu andar, é tua elegância que reina em mim. Depois de desfiar o tempo com cuidado aprendi mais ou menos a lidar com essa angústia, com essa falta imensa. Tanta coisa nomeei "ricardo". Tanta coisa em mim foi gerado a partir de ti. Obrigada por me tornar maior. Quero o resultado dessa dor enorme, é o que me interessa: resistir às mazelas, e no íntimo reinventar jeito de sorrir.
domingo, 26 de agosto de 2012
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
É claro que te busco. Sempre.
Na cor, na água misteriosa que seca longe do meu saber, nesse rastro de tinta que procuro não figura, mas sentimento. Eu quero a terceira margem, eu quero a entrelinha, o não dito que importa sempre mais, o íntimo do teu silêncio musical. Você é o nome que protejo, e o nome que invoco. Nada disso repercute, nada disso alcança, mas talvez me acalme. Talvez...
Tudo que eu invento te ofereço. Chamo amor, meu jeito de te amar é criar um mundo cada vez maior pra te fazer crescer dentro dele. Esse mundo é meu coração. E você meu amor inteiro. Eterno retorno. Sede infinita.
Na cor, na água misteriosa que seca longe do meu saber, nesse rastro de tinta que procuro não figura, mas sentimento. Eu quero a terceira margem, eu quero a entrelinha, o não dito que importa sempre mais, o íntimo do teu silêncio musical. Você é o nome que protejo, e o nome que invoco. Nada disso repercute, nada disso alcança, mas talvez me acalme. Talvez...
Tudo que eu invento te ofereço. Chamo amor, meu jeito de te amar é criar um mundo cada vez maior pra te fazer crescer dentro dele. Esse mundo é meu coração. E você meu amor inteiro. Eterno retorno. Sede infinita.
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